O meu nada
   
 



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O nada de alguém

TUDO É TUDO, NADA É NADA (Tim Maia)

Escrito por Rafa às 17h19
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Mais nada I

Hoje o dia não foi tão cheio de nada como eu gosto, estive ocupado, então não tenho nada de muito importante pra escrever só o de sempre, umas bobagens. Eita, acabo de percerber que o nada é uma coisa surpreendente, quando você pensa que se livrou dele aí está, ele volta para lembrar que existe. Como na primeira frase desta mensagem. Falar sobre o nada às vezes é tão difícil quanto falar dos assuntos mais divertidos do mundo, chega uma hora que você esgota o assunto e fica de papo furado inventando o que dizer, pensando nisso chego às perguntas: o que é o nada? Se ele não existe porque é tão comentado e tão usado? Sei não e, sinceramente, nem estou muito preocupado em descobrir. Sei que ele faz parte da vida de todo mundo e é um mal (ou bem) necessário. Agora vou deixar meu amigo nada de lado e vou mudar de assunto, vou falar do meu blog. Da próxima vez que for publicar alguma coisa vou falar do nada e seu efeito no humor. Hoje pela primeira vez ele foi lido por alguém que não o escreve, Mário, um amigo, teve essa (eu acho) honra e por incrível que possa parecer ele gostou (pelo menos foi o que entendi quando ele disse: "massa") espero que continue assim... e que mais pessoas possam ler. Infelizmente isso só vai acontecer daqui a alguns dias quando eu achar que vale a pena expor as bobagens que estou falando ao grande público (entenda-se por grande público meus amigos).

Escrito por Rafa às 17h03
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O começo do nada

Hoje é o dia em que eu finalmente começo a escrever meu blog. Um blog sobre o nada que impera na minha vida. Não, não sou derrotista nem pessimista, tenho uma vida boa e gosto dela, mas sabe aquela hora que você não tem nada pra fazer e quer compartilhar esse momento vazio com as pessoas, falando futilidades e rindo de besteiras?! Na falta dessas pessoas, falo comigo mesmo e tanscrevo tudo pra esse meu amigo. Talvez passe muitos dias sem escrever, talvez não, o que importa é que a partir de hoje gozarei plenamente da (suposta) maior dádiva divina: o livre-arbítrio. Vou escrever sem pretensões de ser lido, não por pessoas que eu não conheço, meus amigos saberão da existência desse blog, e pouco importa o que todos vão achar, esse espaço é meu e eu faço dele o que quiser. Será um espaço onde vou falar tudo que vier a cabeça sem me preocupar muito com regras gramaticais e tal, afinal certas preocupações não valem nada, quando o prazer está em esquecer todas elas. É isso, bem vindo ao meu nada.

Escrito por Rafa às 17h29
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